Era uma luz, mais uma, menos uma. Perguntaram que diferença fazia, não soube responder.
Foi apenas mais uma que apareceu, apareceu e voltou a desaparecer, como tudo.
A diferença.
Eu digo, a diferença foi que reparei nela. Reparei, vi-a. Olhei e senti-a.
Aquela luz foi minha.
Grande, pequena, média, não interessa, foi minha. Isso é todo o necessário para a destacar, é aquilo que não me podem tirar.
É a diferença entre o meu e o teu, a diferença entre ser e não ser.
É o poder daquilo que sentimos demonstrado clara ou distorcidamente, por querer ou não.
domingo, 8 de março de 2009
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